metro.1   AOS TRABALHADORES DO ML

O STRUP/FECTRANS saúda todos os Trabalhadores que de forma consciente hoje concretizaram esta jornada de luta. Sabemos que vivemos momentos de alguma complexidade, que o surto pandémico trouxe novos desafios, mas também estamos conscientes que desde a primeira hora da pandemia a estes mesmos Trabalhadores foi exigido que garantissem o serviço público de transporte com qualidade e segurança e a resposta foi na primeira linha, tendo de afastar todos os receios e angústias.

Por consequência é de elementar justeza que se lhes reconheça o direito a lutar:

COMUNICADO COMPLETO

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Os trabalhadores da TST, reunidos em plenário no dia 20 de maio de 2021, na sede da empresa no Laranjeiro, para análise ao ponto de situação da negociação do Acordo de Empresa, corresponderam massivamente ao apelo de participação feito pelos sindicatos.

 A algum tempo que os trabalhadores vinham reclamando a realização de um debate com uma ampla participação que, só não se concretizou mais cedo devido aos constrangimentos impostos pelo estado de emergência decretado pelo governo.

Neste plenário os trabalhadores demonstraram todo o seu descontentamento e insatisfação pelo facto da administração da empresa vir a arrastar um processo de negociação sem resultados, ter efetuado um aumento salarial de 7,00 euros que não responde aos anseios dos trabalhadores constantes no seu caderno reivindicativo e constitui uma clara ofensa para quem trabalha.

Nestes termos, os trabalhadores decidiram dar um prazo de 15 dias à administração da empresa para apresentar uma proposta que satisfaça as suas reivindicações salariais ou seja, 750,00 euros de salário de imediato e uma politica salarial de futuro que impeça e trave a aproximação do salário mínimo nacional ao salário dos trabalhadores.

O prazo que termina no próximo dia 2 de junho de 2021, determinará caso não se verifique a satisfação reivindicativa dos trabalhadores, a realização de uma greve de 48 horas a que se poderão suceder outras de igual duração.  

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PLENRIOTST

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INFORMAR E OUVIR OS TRABALHADORES

Após longo período de negociação com a administração, com vista à criação de um novo Acordo de Empresa e, face à impossibilidade de reunir com a devida regularidade com os trabalhadores em consequência do estado de emergência decretado pelo governo que impediu a aglomeração de pessoas, medida tomada no âmbito do período pandémico.

Considerando que a necessidade de reunir foi sempre uma vontade transmitida pelos trabalhadores nos contactos entretanto efectuados pelos sindicatos e, tendo em conta que as medidas pandémicas foram entretanto aliviadas no novo estado de calamidade, os sindicatos entendem estarem reunidas as condições, mantendo as medidas sanitárias necessárias à salvaguarda da saúde de todos, para a realização de um plenário geral.

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