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Festa STRUP

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Actualizado em Sexta, 06 Maio 2016 14:24
 

RESOLUÇÃO DOS TRABALHADORES DA TST

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RESOLUÇÃO


Considerando que mais uma vez, a administração da TST encerrou o processo de revisão do Acordo de Empresa, sem acordo, aplicando por ato de gestão uma atualização salarial apenas com incidência na tabela de 1% o que equivale a um aumento mensal de 6,30 €;

Considerando que em relação a todas as rúbricas de expressão pecuniária com particular destaque para as diuturnidades e subsídio de refeição, não se verifica qualquer atualização desde há mais de 15 anos;

Considerando que a empresa continua a ignorar a lei em vigor em relação à utilização do denominado tempo de disponibilidade bem como à forma do seu pagamento em prejuízo dos trabalhadores;

Considerando que a empresa continua a ignorar o direito já vencido pelos trabalhadores relativamente aos descansos compensatórios pelo trabalho suplementar prestado, mantendo a divida, e pagando aos trabalhadores apenas quando estes recorrem para o tribunal;

Considerando que alguns motoristas, devidamente escalados pelos serviços da empresa, não lhes é possível iniciar o trabalho diário por falta de viatura para o efeito;

Considerando que o direito à Formação Profissional, não está a ser respeitado pela empresa, provocando avultados custos aos trabalhadores;

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Actualizado em Quarta, 16 Março 2016 17:00 Continuar...
 

AOS TRABALHADORES DA TST

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AOS TRABALHADORES DA TRANSPORTES SUL DO TEJO

A CAMINHO DO SALÁRIO MINIMO

Tal como havíamos antecipado no nosso último comunicado a empresa encerra mais um processo de negociações, impondo a sua vontade e a manutenção de baixos salários.
Nada disto é novidade, nem tão-pouco se pode chamar a este processo, negociação coletiva de trabalho, uma vez que, a empresa todos os anos apresenta o mesmo choradinho nas duas primeiras reuniões e uma imposição de atualização de salário (não confundir com aumento de salário) na terceira e ultima reunião.
Os trabalhadores da TST aproximam-se a passos largos do salário mínimo nacional que diga-se, é muito pouco dignificante para quem é exigido tantas responsabilidades e tantas competências profissionais. Sem menosprezo pelas categorias não-especializadas, já se verificam salários mais elevados a este nível que ao nível dos motoristas.
Como se não bastasse, escrevem cartas aos trabalhadores apelando ao seu sentimento e compreensão como se lhes dissessem “desculpem lá mas têm de continuar a pagar com o vosso esforço a nossa incompetência”.
E assim sendo, a história repete-se e tenderá a agravar-se se esta administração não sentir capacidade de unidade e luta por parte dos trabalhadores.

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Actualizado em Quarta, 09 Março 2016 11:12 Continuar...
 

AOS TRABALHADORES DOS TRANSPORTES PESADO DE PASSAGEIROS

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ACERCA DO PROTOCOLO STRUP/ANTROP

SOBRE DESCANSOS COMPENSATÓRIOS

Caros associados do STRUP e trabalhadores em geral,

Fomos mais uma vez invadidos e atacados por um grupelho de ineptos e inadaptados que infelizmente não sabem fazer melhor e nem tão-pouco sabem interpretar 4 páginas de texto.

Caros associados,

Mais importante que os textos ou as palavras, são os factos.

Vejamos,

Na SCOTTURB, empresa de passageiros, sediada em Cascais, foi acionado o protocolo assinado pelo STRUP e pala ANTROP.

Quais são os resultados?

  1. Um grupo de 30 trabalhadores no ativo, a quem foi explicado, como utilizar o protocolo, fez entrega dos seus recibos no STRUP. Apurados os créditos de cada um dos trabalhadores, foi elaborado um processo de reclamação e entregue à administração da empresa. Sem represálias, os trabalhadores foram chamados e acordaram com a empresa o pagamento dos montantes devidos em 5 meses.

     2. Neste momento estão já a aguardar resposta, um segundo grupo de trabalhadores da                     mesma empresa para quem se prevê uma solução idêntica.

LER COMUNICADO COMPLETO

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Actualizado em Sexta, 12 Fevereiro 2016 15:56
 

AOS TRABALHADORES DA TST

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AOS TRABALHADORES DA TRANSPORTES SUL DO TEJO

NEGOCIAÇÃO COLECTIVA – PONTO DE SITUAÇÃO

CONHECER O PASSADO, COMPREENDER O PRESENTE E PROJECTAR O FUTURO

1. Os trabalhadores que hoje trabalham na Transportes Sul do Tejo constituem dois grupos distintos, os que à data da privatização da Rodoviária Nacional faziam parte do CEP 07 e todos o que foram admitidos após a privatização da ex- RN.

2. Aos trabalhadores oriundos da R.N., foram-lhes garantidos todos os direitos constantes do Acordo de Empresa (AE) que então vigorava nos termos do decreto-lei que instituiu a RNIP. Aos admitidos para a TST, foram-lhes oferecidas as mesmas condições por forma a uniformizar as relações de trabalho.

3. A TST é uma empresa filiada na ANTROP, principal Associação Patronal do sector do Transporte Pesado de Passageiros cujo objetivo em matéria de regulação das condições coletivas de trabalho assenta na sua uniformização a partir do CCTV, acordado com o STRUP e publicado no BTE nº 48 de 29 de Dezembro de 2015

4. Para alcançar tal objetivo, todas as empresas oriundas da ex- R.N., denunciaram os AE´s para que fosse publicada a sua caducidade, como já ocorreu na Rodoviária do Tejo, Rodoviária de Lisboa e Rodoviária da Beira Litoral.

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Actualizado em Terça, 02 Fevereiro 2016 19:51 Continuar...
 

AOS TRABALHADORES DA EVA TRANSPORTES

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AOS TRABALHADORES DA EVA TRANSPORTES

NEGOCIAÇÃO COLECTIVA – PONTO DE SITUAÇÃO

CONHECER O PASSADO, COMPREENDER O PRESENTE E PROJECTAR O FUTURO

1. Aos trabalhadores oriundos da R.N., que trabalhavam no CEP 09 e aos que foram admitidos posteriormente, foram-lhes garantidos todos os direitos constantes do Acordo de Empresa (AE) entretanto acodado com a Rodoviária do Algarve, hoje Eva Transportes.
2. A Eva Transportes é uma empresa filiada na ANTROP, principal Associação Patronal do sector do Transporte Pesado de Passageiros cujo objetivo em matéria de regulação das condições coletivas de trabalho assenta na sua uniformização a partir do CCTV, acordado com o STRUP e publicado no BTE nº 48 de 29 de Dezembro de 2015
3. Para alcançar tal objetivo, todas as empresas oriundas da ex- R.N., efetuaram a denuncia para posterior publicação da caducidade dos Acordos de Empresa ainda em vigor, como já ocorreu na Rodoviária do Tejo, Rodoviária de Lisboa e Rodoviária da Beira Litoral.
4. Nas restantes empresas temos conhecimento que a denúncia foi efetuada, aguardando-se que o processo decorra normalmente até à publicação da caducidade como aconteceu nas empresas referidas.
Os efeitos da caducidade dos AE´S, são os previstos no Código de Trabalho ou seja, “Após a caducidade e até à entrada em vigor de outra convenção ou decisão arbitral, mantêm -se os efeitos acordados pelas partes ou, na sua falta, os já produzidos pela convenção nos contratos de trabalho no que respeita a retribuição do trabalhador, categoria e respetiva definição, duração do tempo de trabalho e regimes de proteção social cujos benefícios sejam substitutivos dos assegurados pelo regime geral de segurança social ou com protocolo de substituição do Serviço Nacional de Saúde.”
5. A Eva Transportes, apresentou à FECTRANS para negociação, uma proposta de aplicação aos trabalhadores do novo CCTV do sector privado de passageiros, como um novo AE para substituir o ainda em vigor.

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Actualizado em Terça, 02 Fevereiro 2016 19:41 Continuar...
 

AOS TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA DE LISBOA

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AOS TRABALHADORES DA RODOVIÁRIA DE LISBOA

NEGOCIAÇÃO COLECTIVA – PONTO DE SITUAÇÃO

CONHECER O PASSADO, COMPREENDER O PRESENTE E PROJECTAR O FUTURO

1. Os trabalhadores que hoje trabalham na Rodoviária de Lisboa constituem três grupos distintos, os que à data da privatização da Rodoviária Nacional faziam parte DGRL, todos o que foram admitidos após a privatização da ex- RN e mais recentemente os que foram admitidos após a caducidade do Acordo de Empresa.

2. Aos trabalhadores oriundos da R.N., foram-lhes garantidos todos os direitos constantes do Acordo de Empresa (AE) que então vigorava nos termos do decreto-lei que instituiu a RNIP, aos admitidos após a privatização da R.N., foram-lhes oferecidas as mesmas condições por forma a uniformizar as relações de trabalho e os admitidos após a caducidade do AE, a quem se aplica o CCTV do setor privado pesado de passageiros.

3. A RL é uma empresa filiada na ANTROP, principal Associação Patronal do sector do Transporte Pesado de Passageiros cujo objetivo em matéria de regulação das condições coletivas de trabalho assenta na sua uniformização a partir do CCTV, acordado com o STRUP e publicado no BTE nº 48 de 29 de Dezembro de 2015

4. Para alcançar tal objetivo, todas as empresas oriundas da ex- R.N., denunciaram os AE´s para que fosse publicada a sua caducidade, como já ocorreu nesta empresa, na Rodoviária do Tejo, e na Rodoviária da Beira Litoral.

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Actualizado em Terça, 02 Fevereiro 2016 19:27 Continuar...
 
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DESTAQUES FECTRANS

Calendário de lutas e iniciativas no sector dos transportes e comunicações
A direcção da FECTRANS promoveu, hoje, uma conferência de imprensa, onde anunciou a sua posição acerca do Orçamento do Estado e do calendário de lutas e iniciativas no sector.

DESTAQUES CGTP-IN

Comissão Europeia persiste na política de retrocesso social e civilizacional
Depois de quatro anos de marcados pela brutal desregulamentação das relações de trabalho, de destruição ímpar de empregos e da capacidade produtiva, de um desemprego massivo e da generalização da precariedade, da redução dos salários e da emigração forçada, da ofensiva contra os serviços públicos e às funções sociais do Estado, a Comissão Europeia insiste nas imposições em forma de recomendações, para continuar e aprofundar este caminho de exploração, empobrecimento e desigualdades.
Implementação dos instrumentos financeiros de reabilitação e revitalização urbana
Posição da CGTP-IN sobre o documento "Implementação dos instrumentos financeiros de reabilitação e revitalização urbana" (em articulação com a Avaliação ex ante do Lote 4 – Instrumentos financeiros para a regeneração e revitalização física, económica e social em zonas urbanas) A CGTP-IN considera que a forma como a generalidade das reuniões dos Comités de Acompanhamento dos PO Temáticos e PO Regionais tem decorrido não dignifica o processo de apresentação, discussão e votação dos documentos, que se quer profícua e rica em contributos e que possa, de facto, melhorar o conteúdo dos documentos. Ora nem o número de participantes, nem as extensas ordens de trabalho para pouco tempo de reunião – aspectos especialmente sentidos na reunião do passado dia 26 de Novembro -, nem a aparente pouca abertura por parte das Autoridades de Gestão para introduzir propostas apresentadas nas reuniões dos Comités, contribuem para se atingirem os níveis adequados de participação e contributos por parte dos

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