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DIA 11 DE FEVEREIRO GRANDE MANIFESTAÇÃO

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XII CONGRESSO CGTP-IN 27 E 28 DE FEVEREIRO DE 2012

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Actualizado em Quarta, 25 Janeiro 2012 14:21
 

AOS TRABALHADORES DA TRANSPORTES SUL DO TEJO

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INFELIZMENTE SEMPRE TIVEMOS RAZÃO
QUANDO SE TRATA DE DESTRUIR, TODAS AS AMBIÇÕES SE ALIAM FACILMENTE

Uma vez mais a realidade veio dar razão ao STRUP. Com efeito o que se verificou desde logo com o acordo tripartido

assinado pelo governo, patronato e UGT (troika interna), em sede de concertação social é uma violenta agressão

aos trabalhadores, e que leva a um rumo de declínio nacional que se acentua a cada dia que passa submete

os direitos e interesses dos trabalhadores a uma brutal devastação e as condições de trabalho afundam-se num

inferno de problemas, dificuldades e privações. Enfim, tudo o que o STRUP previu e preveniu que viria a acontecer

concretizou-se.

Na verdade, a pretensão dos donos das empresas apoiados nesta troika interna refira-se é a de diminuir

substancialmente os encargos com os salários dos trabalhadores transformando estes em escravos modernos.

Actualizado em Quarta, 25 Janeiro 2012 10:59 Continuar...
 

PLENÁRIO NO METRO CONFIRMA GREVE DIA 2 DE FEVEREIRO DE 24 HORAS

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Os trabalhadores do metropolitano de Lisboa, por convocatória de todas as estruturas

representativas dos trabalhadores da empresa, aprovaram a seguinte moção:

Actualizado em Quarta, 25 Janeiro 2012 14:16 Continuar...
 

GREVE NO METROPOLITANO DE LISBOA

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GREVE DE 24 HORAS NO DIA 2 DE FEVEREIRO

As organizações representativas dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, decidiram que a sua participação no dia de luta do sector, que terá lugar em 2 de Fevereiro, será com uma paralisação de 24 horas. Igualmente decidiram realizar um plenário de trabalhadores no dia 25 de Janeiro às 09,30horas

Actualizado em Sexta, 13 Janeiro 2012 15:08
 


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DESTAQUES FECTRANS

Sem transparência governo piora o ensino automóvel de condução automóvel e põe em causa a segurança rodoviária
O governo fez circular, às escondidas, pelos donos das escolas de condução um ante-projecto de proposta de lei para o sector, que mais tarde irá aparecer como um projecto de proposta, (previamente já cozinhada), para que outras entidades se possam “pronunciar”.
Destruir e reduzir é o mote do governo
Destruir aumentando tarifas, Reduzindo capacidade de compra aos Passageiros. Destruir a capacidade de mobilidade das Populações Reduzindo Oferta/ Carreiras. Destruir condições de Trabalho, Reduzir e anular a Contratação Colectiva. Destruir aumentando o tempo de trabalho, Reduzindo trabalhadores.

DESTAQUES CGTP-IN

CGTP-IN REPUDIA AS DECLARAÇÕES INJURIOSAS E DIFAMATÓRIAS DO SECRETÁRIO-GERAL DA UGT
A CGTP-IN repudia as declarações injuriosas e difamatórias, hoje proferidas pelo Secretário Geral da UGT – João Proença – à Antena 1, afirmando que tinha sido “incentivado por altos dirigentes da CGTP-IN a negociar e assinar o acordo, uma vez que a Intersindical não o podia fazer”. Perante a gravidade de tais declarações a CGTP-IN decidiu já adoptar as medidas conducentes à apresentação de uma participação criminal contra o autor de tais declarações.
NÃO AO RETROCESSO SOCIAL!
O “acordo” celebrado pelas confederações patronais com a UGT constitui o maior atentado aos direitos dos trabalhadores e um retrocesso social sem precedentes nas relações de trabalho em Portugal. É óptimo para o grande patronato e inaceitável para os trabalhadores e as suas famílias porque acentua a exploração, as desigualdades e o empobrecimento. É um compromisso que coloca o Estado e o dinheiro dos nossos impostos ao serviço dos grandes grupos económicos e financeiros e fragiliza a segurança social, ao forçá-la a financiar as empresas para baixar salários, generalizar a precariedade e, de seguida, enviar os trabalhadores para o desemprego. Este é o “acordo” da capitulação que subverte o princípio constitucional de proibição de despedimento sem justa causa, abrindo a porta de par em par aos despedimentos por inadaptação, decorrentes da “quebra de produtividade ou de qualidade”, sempre associada a objectivos definidos e impostos pelo patronato aos trabalhadores.